Para os Pequenos!

24 ago

Eis que a Dica de Leitura! hoje é para os pequenos! (Mas tenho certeza que os “grandinhos” também vão adorar!) Um lançamento fresquinho (do dia 04 de agosto de 2011) do ilustrador James Brown!

James Brown faz parte de um site chamado New Dision (www.newdivision.com) onde ilustradores tem espaço para divulgar e promover seus trabalhos através de um portfolio virtual. E foi aí que encontrei seu último lançamento, o “Shiny Touch Farm”, um livro ilustrado com animaizinhos e padronagens criadas a partir de suas formas em uma brincadeira visual belissima! É ótimo para os bem pequenos que ainda estão desenvolvendo sua percepção visual!

O livro é editado pela Walker Books e pode ser encontrado no site da Amazon por $8.96. Eu procurei nos sites das livrarias nacionais mas ainda não encontrei, talvez tenhamos em breve! Mesmo não tendo nenhum pequeno por perto, fiquei muuuito querendo um pra mim!! =)

 

Fundação Iberê Camargo

11 ago

Sempre em busca de novas formas e referências de estudo, gosto de “jogar” palavras na rede e ver o que encontro a partir delas. E hoje tive a sorte de encontrar uma obra de arquitetura admirável! A Sede da Fundação Iberê Camargo, localizada em Porto Alegre, às margens do lago Guaíba. A Fundação, criada em 1995 (um ano após o falecimento do artista que lhe dá o nome), tem como objetivo preservar as obras de Iberê Camargo, e incentivar a relação do público com a arte, através de estudos, oficinas e palestras.

Iberê Camargo, nascido no interior do Rio Grande do Sul, em 1914, foi um dos grandes artistas brasileiros do século 20. Trabalhou com pinturas, guaches, desenhos e gravuras, tendo como algumas de suas séries mais conhecidas as chamadas Ciclistas, Carretéias e As Idiotas. Deixou um acervo de aproximadamento sete mil obras, das quais muitas compõe o acervo da Fundação Iberê Camargo.

Durante 13 anos a Fundação ficou sediada na própria casa do artista, até que em 1996 o Governo do Estado do Rio Grande do Sul doou um terreno de mais de oito mil metros quadrados, a fim de que fosse projetada uma nova sede. Para tal projeto, foi chamado em 1999, o arquiteto português Álvaro Siza.

O prédio é a primeira obra de Siza no Brasil, e também pioneiro no país no uso de concreto branco aparente, não utilizando tijolos e nem elementos de vedação. O resultado plástico é fantástico, e provavelmente por esta e outras qualidades é que deu ao arquiteto o prêmio Leão de Ouro de Veneza em 2002.

Em maio de 2008, o prédio foi inaugurado como a nova sede da Fundação Ibere Camargo, ampliando suas condições de armazenamento de acervo e de trabalho com atividades ligadas a arte. Pra quem quiser mais informações, a Cosac Naify tem um livro todo dedicado a ela. E aí? Alguém topa marcar uma viagem pra Porto Alegre conhecer o museu? =)

The Awakening

9 ago

Estava dando uma olhada em sites de máquinas fotográficas quando encontrei o das clássicas câmeras Leica. E logo na home tinha um video que me chamou muito a atenção, e que é a minha indicação do dia: http://en.leica-camera.com/home/

É um trabalho feito com o estúdio Magnum Photos, tendo como fotógrafo principal o suíço Dominic Nahr. O vídeo é uma ótima montagem que retrata os efeitos do acidente nucler de Fukushima, em março deste ano (2011). Há uma mistura de fotos e vídeos, que são organizados conforme a localização geográfica em que foram captados, se mais próximos ou mais distantes do acidente.

Vale a pena ver pelas fotos, pela narração e pela forma como o vídeo foi editado! Fica a dica! =)

Absolut Blank – Fernando Chamarelli

2 ago

A Absolut, marca sueca de vodka, é conhecida pela qualidade de seus produtos e pelo grande apelo visual da marca. Já teve garrafas temáticas de Andy Warhol, Keith Haring, Damien Hirst entre outros, e agora lança um projeto em parceria com 18 artistas selecionados do mundo todo. O Absolut Blank é um projeto que inclui filmes, campanhas, garrafas e toda a publicidade da marca, e dentre os 18 participantes, temos dois brasileiros: Eduardo Recife e Fernando Chamarelli. http://www.media.absolutcompany.com/Initiatives/ABSOLUT-BLANK/

O Fernando Chamarelli  foi meu veterano de faculdade (mundo pequeno!), e topou uma entrevista para o casasemchao contando um pouco de seu trabalho e do projeto Absolut Blank em especial! Formado em 2007 em Desenho Industrial, Programação Visual na UNESP Bauru, Fernando começou a ilustrar aos 14 anos, e atualmente já teve suas ilustrações na revista Rolling Stones, em exposições no Brasil e no exterior, e em produtos de massa como camisetas da marca esportiva Umbro. E vamos a entrevista!

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casasemchao – Você vem desenvolvendo um trabalho bastante autoral. Teve algum trabalho em específico que desencadeou
essa identidade?

Fernando Chamarelli – Não, meu estilo foi se desenvolvendo até chegar no que é hoje. Eu comecei desenhando HQs, caricaturas
e retratos realistas, tudo relacionado a arte me interessava. Por um tempo eu fiz algumas tatuagens e era apaixonado por graffiti, depois veio a faculdade, o design, o illustrator, photoshop e muita teoria.

Fiquei um tempo sem desenhar e depois que me formei eu fui rabiscar e estavafazendo algo bem diferente do que eu fazia antigamente. Acho que misturei nas pinturas um pouco de tudo isso que tinha feito e aprendido. Creio que os rostos estilizados vieram da caricatura, o contorno com uma fina linha preta veio da tatuagem, as cores do vieram do graffiti. Não faço sombras, as pinturas tem partes chapadas devido ao fato de trabalhar algum tempo no computador com programas de vetor.
E assim vai..rs

csc – Como aconteceu a proposta da Absolut?

FC – Uma agencia de NY me mandou um email perguntando se eu estaria interessado
em participar e me explicaram sobre o projeto.

csc – Esse trabalho da Absolut, é um projeto mais de propaganda, ou as garrafas serão produzidas com as artes criadas?

FC – Mais de propaganda, as garrafas foram feitas pra seram usadas em um video para um comercial. Também serão muito usadas em campanhas na internet, outdoor e em outros meios de comunicação. Eles ainda estão pensando em produzir algumas garrafas com as artes criadas no futuro.

csc – Quais são seus temas de inspiração?

FC – Ah, tem muita coisa. O surrealismo, a filosofia, lendas, simbolos…gosto muito da arte dos povos antigos. Arte Africana, Maori, Chinesa, Celta, Egipcia…Principalmente da arte indigena pré-colombiana (Maia, Asteca, Inca).

A cultura brasileira me inspira muito também. Nossos mitos, as religiões, as festas, o artesanato dos índios e sem esquecer da música. Gosto de criar ouvindo algo experimental ou um som do nordeste, tipo maracatu, mangue beat, samba de côco…
A idéia é misturar elementos de várias culturas em uma só imagem.

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O Fernando pinta há 4 anos e já participou de 11 exposições coletivas no exterior e em 7 no Brasil. Teve uma delas inclusive que foi exclusiva nos EUA, com o título de Pangea. E em setembro agora teremos uma também exclusiva em São Paulo! (prometo divulgar a data e o local com antecedência) Suas obras podem ser adquiridas nas próprias exposições ou em contato direto com ele.  E pra quem quiser conhecer mais dos seus trabalhos, tem o flickr: www.flickr.com/lfchamarelli

O casasemchao agradece a participação especial, parabeniza o Fernando pelo belíssimo trabalho que vem mostrando pro mundo todo e deseja, é claro, sempre mais e mais sucesso! =)

Festival das Estrelas – Tanabata Matsuri

25 jul

Ontem quando fui encontrar minha tia no bairro da Liberdade, tive a grata surpresa de encontrar suas ruas suuuuper enfeitadas, cheias de enfeites coloridos!! Eu, desinformada, fiquei sabendo que estava no meio do Festival das Estrelas, Tanabata Matsuri, aqueeele em que as pessoas escrevem seus pedidos em papéis coloridos e penduram em bambus. E gente, fiquei abismada com a beleza do festival!!! Eram tipo uns móbiles ou lanternas muuuuitos coloridos e enfeitados com umas caudas que balançavam conforme o vento.. e nossa! Fiquei quase emocionada!!! E arrasada por não ter levado a minha câmera… (Por isso estou me utilizando de fotos do Estadão aqui, ok?)

Esse é o maior festival japonês no Brasil e reúne um moonte de gente fazendo seus pedidos de paz, amor, dinheiro, proteção, e esperança em papéis coloridos, pra serem pendurados nos bambus e posteriormente atendidos pelas estrelas. Conta a lenda do Tanabata que uma princesa artesã e um pastor se apaixonaram, e então passaram a viver apenas para o amor, esquecendo-se de suas obrigações. Como castigo foram transformados em estrelas e separados na Via Láctea. E todos os anos eles podem se encontrar apenas uma vez, e isso sempre no mês de julho (motivo pelo qual o festival acontece sempre neste mês). E para agradecer por este encontro, eles realizam os pedidos feitos e deixados pelas pessoas.

O festival mesmo só começou a ser comemorado no Japáo após a Segunda Guerra, como algo motivacional para as pessoas, e no Brasil, começou no ano de 1979! E é isso! Adoro essas lendas folclóricas, isso me soa até um pouco indígena, rs…E espero que ano que vem eu me informe com mais antecedência sobre o evento e possa curti-lo mais!!!

Livro: A Linguagem das Coisas

22 jul

Acabei de terminar um livro que mudou minhas idéias sobre algumas coisas e não poderia deixar de indicá-lo por aqui. O livro “A Linguagem das Coisas” de Deyan Sudjic – Diretor do Design Museum de Londres, fala sobre design, arte, moda e luxo sem fazer rodeios sobre suas considerações. “Moda não é arte. Mas nunca antes a moda se esforçou tanto para sugerir que poderia ser.”

E uma das coisas que mais me deixou interessada no livro foi o fato dele ser muito contemporâneo. O autor fala logo em sua primeira página sobre suas aquisições de Macbooks e o fenômeno iPhone, mas nem por isso ele deixa de falar bastante sobre a história e sobre o trajeto das artes, do design e da moda. Ele é objetivo mas consegue passar muitas informações, de uma maneira que você percebe que ali há muito conteúdo bem embasado sobre os assuntos.

Enfim, pra quem gosta de design, uma deliciosa leitura, compacta em pouco mais de 200 páginas pela editora Intrínseca, que vale a pena virar livro de cabeceira! E alguém teria uma dica pra uma próxima leitura? Estou precisando! =)

Julia Fraia

21 jul

Outra grata surpresa que tive no Workshop Criativo de Superfície foi conhecer o trabalho da designer Julia Fraia. Lá, pude ver ao vivo e a cores (e que belas cores!) seus produtos, e posso dizer que profissionalismo e capricho são adjetivos dessa marca!!  Bom, e o casasemchao ainda tem o prazer de tê-la como primeira entrevistada!

Julia é formada em Desenho Industrial e também estudou design gráfico. É uma apaixonada por fotografia e sabe se utilizar muito bem disso pra desenvolver ainda mais seu design.  Começou a marca Julia Fraia no final de 2009 e já está entrando em sua terceira coleção! Participou da Bienal de Design e faz projetos exclusivos, ou mesmo personalizados dentro de suas coleções. E posso falar? Uma coisa que me chamou muito a atenção foi o cuidado com os tags de seus produtos, nele a Julia colocou uma foto de referência da estampa, e a história dessa, ou seja, você acaba conhecendo tooodo o trabalho que existiu por trás daquele resultado final! Muito bom!! E vamos a entrevista!

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csc – Julia, quando foi que você decidiu trabalhar com design de superfície?

Julia – Sempre fui uma grande admiradora do trabalho da Marimekko, empresa finlandesa que aplica estampas atemporais em diversos produtos e tem como lema que a felicidade é encontrada em pequenos momentos, na beleza do dia a dia. Em 2008 comecei a criar estampas nas minhas horas vagas, procurei tutoriais na internet sobre como fazer rapports e aos poucos foi surgindo a coleção Curto Circuito. Foi nessa busca que conheci o termo Design de Superfície, no livro da Renata Rubim.

csc –  De onde surgiu a idéia de misturar fotos e estampas?

Julia – As estampas surgiram das fotos que eu “coleciono” com detalhes urbanos, como o caos dos fios elétricos, tampas de bueiros e ralos quebrados que formam uma estética muito interessante. São coisas que eu reparo quando ando pela rua e quando viajo. Queria mostrar isso para as outras pessoas, e levar essas formas do ambiente urbano para dentro de casa.

csc – Você pretende lançar seus produtos sempre em coleções temáticas?

Julia – Aplico o mesmo processo de criação do design gráfico e de produto nas coleções de estampas, isto é, parto de um briefing, busco conceitos e faço pesquisas e testes até chegar ao resultado final. Por isso todas as minhas  coleções terão um forte conceito como base.

csc – Você foi chamada para participar da Bienal de Design, como aconteceu esse convite?

Julia – A Professora da UNESP, e Doutora em Design, Mônica Moura, foi a pesquisadora da equipe de Adélia Borges (curadora da Bienal Brasileira de Design 2010), que viu meu trabalho na internet e entrou em contato comigo. O tema da Bienal foi Design, Inovação e Sustentabilidade. Preenchi uma ficha explicando detalhadamente o meu trabalho e enviei fotos. 3 das 5 estampas que enviei passaram pela seleção final e fizeram parte da principal  mostra da Bienal, ao lado de grandes nomes como Marcelo Rosenbaum e Goya Lopes.

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A Julia tem um site, o www.juliafraia.com.br onde os produtos dela podem ser encontrados e as comprinhas serem feitas (ebaa!!) Para quem gosta de acompanhar em tempo real, também tem o twitter /juliafraia.

O casasemchao gostaria de agradece-la imensamente pela participação e desejar ainda maaaais e mais sucesso!!  =)

Parede em relevo

20 jul

Gosto muito de revestimentos de parede, acho que eles tornam o ambiente mais detalhado… E alguns em especial, tornam-se inclusive toda a decoração do espaço!

Ultimamente tenho minha atenção voltada para os revestimentos de madeira. Como eu não fui na Exporevestir, acabei conhecendo algumas novidades na CasaCor mesmo. Mas vasculhando os sites de alguns fabricantes, descobri que as possibilidades de acabamentos e formas são inúmeras!

Fiquei encantadíssima quando vi uma parede toda coberta por uma textura que lembrava  escamas de peixe! Vi o revestimento em vários materiais, mas o que me agradou foi o de madeira… acho mais inusitado uma textura escamada nesse acabamento ao invés de furta cor ou marmorizado. O fabricante chama-o de Alvorada, e diz que seu design é inspirado nas formas dos pilares do Palácio do Alvorada. E se você analisa a referência, realmente faz sentido, mas que pra mim parecem mais escamas de peixe, ah… se parecem… rs…

Outro revestimento que me deixou fascinada foi o Niterói, do mesmo fabricante do Alvorada, a Mosarte. Seu design foi inspirado no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, e seus relevos são bastante evidentes devido as diferentes alturas em relação a superfície. São quadrantes de 29 x 29 cm que podem ser montados com várias composições.

E certamente, o meu favorito pela simplicidade da idéia, foi o revestimento de pregadores de roupa reutilizados. Vi que a Mosarte também tem esse produto, mas o da Casa Cor, pelo que encontrei, foi feito em parceria com  a Zaro – Design & Revestimentos. Achei demais criar uma textura tão bonita com um objeto tão trivial! E talvez se eu tivesse visto esse detalhe em uma parede que não fosse uma lavanderia (como foi proposto na mostra) talvez nem tivesse notado de que era realmente feito!

É bem isso, as possibilidades são infinitas, e pelo jeito, a criatividade também!

Design de Superfície

19 jul

Andei meio sumida mas o motivo foi mais do que justo: participei semana passada do Workshop Criativo de Superfície, ministrado pela designer Renata Rubim. E posso dizer que foi acima de tudo, revigorante! Fui em busca de técnicas de rapport e acabei voltando com isso e com mais um monte de idéias, conceitos, inspirações, informações, enfim… várias coisas pra serem processadas! 

O nosso dia-a-dia é cercado de várias coisas que tem sua superfície trabalhada, e muitas vezes nem nos damos conta disso. Coloquei alguns exemplos bem triviais, justamente pra afirmar isso da nossa proximidade com o design de superfície.

E desde não sei quando (rs..) sou apaixonada por estampas, ladrilhos, papéis de parede e várias outras coisas que tem desenhos “contínuos”… E foi por isso que comecei a rabiscar minhas próprias padronagens. A princípio desenhava por conta, ou seguindo briefings que recebia, mas há algum tempo resolvi de fato estudar o rapport. O rapport é na estamparia aquele desenho que vai se repetindo, ou seja, quando vemos um tecido, por exemplo, olhamos seu desenho e podemos identificar nele uma “área” que se repete. (na imagem, o rapport é a parte do desenho que está em preto e branco).

Emprestei alguns livros da Veka Haddad (http://vekahaddad.wordpress.com/) para pesquisar algumas técnicas e acabei conhecendo a Renata Rubim (www.renatarubim.com.br). Pioneiríssima na nossa literatura de design de superfície no Brasil, ela traz considerações muito boas sobre o assunto em seu livro. E quando eu achei o workshop dela, fiquei super animada!

A Renata nos passou as técnicas de desenvolvimento, nos deu dicas, nos ensinou a identificar melhorias e a realmente criar um rapport! Mas o melhor de tudo foi o que veio junto com isso! Foi uma troca de experiências incrível! Desenvolvemos exercícios muito bons de análise de trabalhos, de críticas construtivas, de feedback, de cores, e ainda pudemos dividir nossas vivências ensinando e aprendendo uns com os outros! E o fato é que esse tipo de convívio com certeza deixa a gente mais empolgada e satisfeita com a profissão!

O designer precisa ser um grande observador, ele precisa captar imagens, estuda-las, entende-las, transforma-las… desenvolve-las.. para criar uma coisa sua, nova e consistente. Ele precisa estar atento ao ambiente, às referencias que estão no cotidiano, ao novo que pode surgir de um ponto qualquer! 😉

Dia do Rock!

13 jul

Hoje é dia do Rock! (E niver da Loulou!!) E acho que é uma ótima oportunidade pra falar de um lugar que já teve seus tempos áureos, mas que continua me cativando! Rs… Bregona eu! O HardRock Cafe!

A rede começou com um restaurante em Londres, em 1971, criado por dois norte americanos (sim, aí está o motivo de toda aquela pinta americana!) e hoje tem mais ou menos umas 150 unidades pelo mundo! O nome foi tirado de um álbum do The Doors, o Morrison Hotel, e a idéia inicial era a de oferecer comida, mas também um ambiente legal, todo decorado com a temática do rock´n roll.

Hoje em dia, a coleção de objetos de rock que a rede possui é uma das maiores do mundo! E tudo começou com um “presentinho” do Eric Clapton, que freqüentava o restaurante, e vendo todas aquelas paredes decoradas, resolveu doar uma guitarra autografada. (Básico né! A guitarra da foto é do Robbie Krieger e não do Eric Clapton ok?)

A rede se expandiu, abriu muitas franquias… e nos anos oitenta passou a pertencer a um grupo empresarial. Mas foi nos anos 90, pelo menos aqui no Brasil, que pegou aquela febre de produtos HardRock Cafe. Eram moletons, camisetas, jaquetas jeans (afff… aquelas bordadas nas costas), cuecas samba-canção (siiiiim se você foi teen nos anos 90 deve se lembrar de como isso era usado como “shortinho”) e os memoráveis pins!

Agora, pra manter e aumentar a clientela, eles abriram outros empreendimentos, como cassinos e hotéis… Enfim, acho que toda aquela “aura” que o HardRock tinha se perdeu justamente por ter ficado mais comercialzão. Fato: a única vez que pisei em um de seus restaurantes, dentre os clipes todos passou um da Shakira (Oooppaaa!! Isso é pop! Certo?!?) Mas eles continuam por aí, e acho que ainda vale a pena conhecer pelo menos um! A decoração é massa, e isso é outro fato na minha opinião! =)