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Jadeite

4 dez

Estou trabalhando em uma nova área, e portanto, descobrindo um novo mundo de referências e coisas bacanas!

E foi num desses momentos de novas pesquisas, que conheci os vidros Jadeite, bem difundidos pela Martha Stwart. Essas peças de vidro leitoso tem um tom esverdeado que lembra o da pedra Jade, e certamente por isso, seu nome: Jadeite.

É um vidro bem resistente, talvez até um pouco rústico, que recebe uma substância química em sua composição para deixá-lo com o aspecto mais opaco. Essa técnica foi desenvolvida em Veneza, no século XVI, mas o sucesso desta versão em nuances de verde, principalmente nos Estados Unidos, deu-se na época da Grande Depressão.

A durabilidade destes produtos, e o fato de algumas peças acompanharem alimentos básicos naquela época, (pacotes de farinha, de cereais, que vinham junto com alguma peça de Jadeite), fizeram com que os consumidores acabassem comprando todo o jogo de utensílios do mesmo material, e portanto, é bastante comum que as casa de lá tenham algo assim.

A primeira indústria a produzir o Jadeite em larga escala foi a McKee, imprimindo seu “McK” no verso das peças, e posteriormente, a Jeanette Glass Company começou a produzir as peças com seu “J”. Atualmente são peças colecionáveis, mas certamente com boa utilidade. Só não são apropriadas para uso em microondas e máquinas de lavar devido a seu processo produtivo.

Os formatos tradicionais, e até mesmo os mais básicos, agregam um visual bem vintage à mesa e à decoração, mas com um ar mais leve por conta da tonalidade. Investimento bacana pra quem gosta de colecionar itens de mesa!

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Surpresa na Lomo!

22 dez

Estava “batendo perna” em pleno sábado quando dou de cara com uma loja liiinda da Lomography!!! Ela abriu no finalziiinho de novembro lá na Augusta, e eu ainda não conhecia! Vale muuito a pena visitar, ainda mais pra quem adora fotografia+design+coisaslindasquedãomuuuitavontadedecomprar!
Passando esse furor do Natal, prometo voltar lá com mais calma pra registrar com mais atenção cada detalhezinho, porque tenho certeza de que tudo foi muito bem pensado!!
Maaas… a minha maior surpresa foi um mega mural, na parede de pé direito duplo, no fundo da loja! E não é que tinha trabalho do Fernanco Chamarelli lá? Nosso velho conhecido aqui no blog!!!
Gente, trabalho lindo e perfeito para o clima da Lomo!!! E é isso aí!! Algumas fotos do ambiente e do painel, e mais uma vez prometo, que volto com mais detalhes de lá!
=)

Parabéns a você!

24 nov

E hoje é dia de comemoração no casasemchao! Um aninho de vida! Não tão agitado como ainda gostaria, mas dando os primeiros passinhos!
Fiquei então pensando sobre aniversários, que eu particularmente gosto muito! Sei que muita gente não curte, mas eu acho que apesar de algumas coisas dispensáveis, a idéia central é muito bonita! Você celebrar a vida, celebrar mais um ano em que você pôde realizar muitas coisas e mentalizar mais coisas positivas pro futuro é algo que realmente me faz gostar dessa tradição!
E por falar em tradição, eu acabei me recordando de uma historinha que eu sempre curti, que é a da música do Parabéns. Eu ia contar só a minha versão, que eu conheci quando pequena, mas achei melhor dar uma pesquisada (pra não falar bobagens) e acho que foi melhor assim, rs..
A música em si foi composta por duas irmãs norte americanas Mildred e Patricia Smith Hill e a princípio chama-se “Good Morning to All”. E em 1923 essa mesma música foi publicada com outra letra, num livro de Robert Coleman, tornando-se então, o célebre “Happy Birthday to You”.
Mas o “Parabéns a você” que nós conhecemos aqui no Brasil foi resultado de um concurso promovido pela Rádio Tupi em 1942, que buscava uma letra em português para a melodia já existente. A grande vencedora foi Bertha Celeste Homem de Mello, nascida no interior paulista, na cidade de Pindamonhangaba. E cá entre nós, a versão em português é muuuito mais rica em versos do que os repetitivos “happy birthday to you, happy birthday to yooouuuuu…”
A letra é cantada até hoje com alguns “ajustezinhos” como a troca do “a” pelo “para” ou mesmo “pra você”, mas a autora fazia questão que fosse cantada corretamente em sua presença!
E… pra finalizar… na minha “versão” é que essa senhorinha compositora era avó ou bisavó de uma colega minha, e como eu sou de Jacareí-SP, eu achava que a senhorinha também o era… Maass.. se as informações dizem que ela é de Pindamonhangaba, que é ali pertinho, talvez seja, isso, talvez tenha nascido lá, mas vivido na minha terrinha!
E é isso, o casasemchao pretende comemorar mais e mais anos de vida!!
Parabéns a você casasemchao!!
=)

IF Award – Renata Rubim!

17 nov

Antes de mais nada, olá, e sim, eu sei que o blog anda suuuper abandonado, mas prometo voltar aos poucos, ainda mais porque dia 24 agora ele completará 1 aninho!
Mas tive que vir aqui porque a notícia é das mais deliciosas! A Renata Rubim, nossa pioneira no design de superfície no Brasil, e também minha professora (pena que de pouco tempo!) de raportes, recebeu o IF Product Design Award por duas linhas de revestimentos!
A Renata criou essas duas linhas para a empresa Solarium (http://www.solariumrevestimentos.com.br/site/home/default.asp), sendo uma chamada de Praga, em homenagem a inspiração maior que foi das calçadas da capital da República Tcheca, e outra chamada Catavento, por todo o seu movimento visual!
Parabéns Renata! São ocasiões como esta que nos mostram o quanto é possível se fazer um bom design e o quanto isso merece ser reconhecido!
Peguei as fotos ilustrativas do site da Renata também gente! (http://www.renatarubim.com.br/)
Até =)

Azulejos Cool!

26 set

Athos Bulcão já sabia, desde a construção de Brasília, como embelezar ambientes utilizando-se de grandes painéis de azulejos. Fazia com tal maestria, que suas obras até hoje encantam aqueles que por elas passam. E há algum tempo, os arquitetos e decoradores, vem resgatando o uso dos azulejos como acabamento em áreas sociais.

Para aqueles que gostam de garimpar peças, e adotar um estilo mais retrô, os cemitérios de azulejos são ótima opção, e permitem descobrir montagens incríveis com peças de diferentes épocas! Por outro lado, tem a desvantagem de terem uma quantidade limitada para determinados modelos, já que trabalham com lotes de produtos que muitas vezes já não são mais produzidos.

Outra opção para quem quer decorar com painéis e montagens de azulejos são as empresas especializadas em peças com design. Outro dia, caminhando pelo rua da minha casa conheci a Pavão, e notei sua existência porque a fachada é toda revestida por azulejos em p/b e tem uma enorme porta de aço amarelo ovo. Aquela estética me chamou a atenção e logo fui procurar na net, quando não por acaso, descobri que aquela empresa era de Revestimentos!

Criada pela designer e empresária Carina Canavesi, a Pavão Revestimentos busca trabalhar arte e design em azulejos, criando padrões diferenciados, exclusivos e até personalizados. As peças podem ser compradas por metro quadrado, sendo todas iguais, ou em kits, sugeridos pela própria Pavão, remetendo ao estilo patchwork. E nesse caso não é preciso se preocupar, como nos cemitérios de azulejos, porque as peças estão em produção, e ainda tem aquela carinha de vintage! O site pra quem quer conhecer mais os produtos, é o http://pavaorevestimentos.com.br/ .

Bom, ainda é um projeto que está no papel, mas eu e a minha flatmatte planejamos decorar a parede da sala de jantar com alguns destes, e quando ficar pronta, com certeza posto aqui! =)

Ótima semana a todos! 😉

 

The Fun Theory

12 set

O blog anda meio paradinho porque está um pouco corrido, mas sempre que vejo algo interessante não consigo resistir, e dou uma aparecida aqui porque quero dividir com vocês!

Nem sempre tenho muita paciência para os powerpoints que minha mãe me manda (sorry mama, mas é verdade) mas os vídeos normalmente me agradam! E o de hoje foi especial! É um projeto em uma escada de metrô que tem o intuito de estimular o uso da escada tradicional ao invés da rolante!

E então descobri que este video faz parte de um site, que é um projeto ainda maior, que tem como slogan que: a diversão é a maneira mais fácil de mudar o comportamento das pessoas para melhor. No site, é possível assistir a vários vídeos com projetos que tem essa idéia central desenvolvida em coisas simples do cotidiano.

Vale a pena conferir alguns deles! http://thefuntheory.com/

The Collabfeature

5 set

A dica de vídeo de hoje é na verdade uma dica de cinema!! Através de um amigo de longa data fiquei conhecendo The Collabfeature! Um projeto incrível que conta com um roteiro desenvolvido por 25 diretores, de 14 países e 5 continentes!

Dois norte americanos, Marty Shea e Ian Bonner, encabeçaram a idéia de projeto coletivo, e através de contatos via internet fecharam o grupo de 25 diretores para criarem The Collabfeature. Fazem parte deste projeto países como Colombia, França, Emirados Árabes, Índia, Alemanha, Áustria, Líbano,…. e Brasil! E o nosso representante brasileiro (com muito orgulho, meu amigo!) é o Rafael Yoshida, cineasta formado pela NY Film Academy!

O filme conta a história de uma mochila que viaja pelo mundo afora, passando por diversas situações, as quais acabam sempe revelando um pouco mais sobre seu dono! São vários estilos e temas, centralizados em uma só história, e provavelmente o mais incrível é que todo o projeto foi desenvolvido com a internet. Os 25 diretores não se conhecem pessoalmente, pelo menos não a maioria, e eles trabalharam juntos no roteiro, para que posteriormente cada um ficasse encarregado da produção de toda a filmagem em seu país.

Aqui no Brasil, as gravações produzidas por Rafael Yoshida foram feitas nas cidades paulistas de Santa Branca e Tremembé, contando com atores regionais e apoio de instituições municipais de cultura. Certamente uma oportunidade rara de pequenas cidades entrarem em um circuito cinematográfico, mas que foram muito bem aproveitadas! A foto abaixo é de um frame produzido por Rafael.

O projeto pretende participar de vários festivais de cinema, e divulgar esse incrível filme produzido por 25 diretores dos 5 continentes! Certamente uma experiência única que só foi possível graças a toda globalização que hoje nos une! O site http://www.collabfeature.com/ trás sempre novidades sobre o trabalho e alguns trechos bem interessantes! =)

Bico de Jaca!

2 set

Pois é… acho muito engraçado quando uma coisa de repente toma conta da nossa vontade e a gente nem sabe ao certo de onde foi que apareceu! Há algum tempo venho vendo umas taças que acho lindas, de um vidro todo trabalhadinho e colorido! E eis que num passeio com a minha sogritcha vi as tais tacinhas e comentei que estava fissurada por elas… e então ela me deu o grande “start”! o nome do trabalho pelo qual estou apaixonada, é o famoso bico de jaca!

Fiquei alucinada na loja com todas aquelas taças em vidro pink, laranja, azul..! Tão verão! E quando cheguei na casa da minha mãe, eis que sobre a bandeja da sala tinha um conjunto de copinhos e uma licoreira.. de bico de jaca! O conjuntinho é da minha avó, e é igual a esse que achei na foto abaixo, só que tem aquela bordinha dourada (que estou adorando também!)

É curioso como quando a gente é criança não presta atenção nessas coisas, ou se presta provavelmente acha cafona, e num belo dia simplesmente passa a achar lindo! Rs! Tentei pesquisar sobre o “histórico” do bico de jaca, mas não encontrei… inclusive não achei referências na gringa.. não sei se por problemas de não saber um nome desse tipo de vidro em inglês… Alguém saberia me dizer? Só achei alguma coisa no site do Rosenbaum, porque ele desenvolveu uma linha de pastilhas decoradas para a Jatobá que se chama Bico de Jaca, e lá ele fala que é existe um tipo de vidro usado na decoração, de mesma referência, que era muito nas décadas de 70 e 80.

Enfim… não vejo a hora de ter a minha coleção! =)

Design de Superfície

19 jul

Andei meio sumida mas o motivo foi mais do que justo: participei semana passada do Workshop Criativo de Superfície, ministrado pela designer Renata Rubim. E posso dizer que foi acima de tudo, revigorante! Fui em busca de técnicas de rapport e acabei voltando com isso e com mais um monte de idéias, conceitos, inspirações, informações, enfim… várias coisas pra serem processadas! 

O nosso dia-a-dia é cercado de várias coisas que tem sua superfície trabalhada, e muitas vezes nem nos damos conta disso. Coloquei alguns exemplos bem triviais, justamente pra afirmar isso da nossa proximidade com o design de superfície.

E desde não sei quando (rs..) sou apaixonada por estampas, ladrilhos, papéis de parede e várias outras coisas que tem desenhos “contínuos”… E foi por isso que comecei a rabiscar minhas próprias padronagens. A princípio desenhava por conta, ou seguindo briefings que recebia, mas há algum tempo resolvi de fato estudar o rapport. O rapport é na estamparia aquele desenho que vai se repetindo, ou seja, quando vemos um tecido, por exemplo, olhamos seu desenho e podemos identificar nele uma “área” que se repete. (na imagem, o rapport é a parte do desenho que está em preto e branco).

Emprestei alguns livros da Veka Haddad (http://vekahaddad.wordpress.com/) para pesquisar algumas técnicas e acabei conhecendo a Renata Rubim (www.renatarubim.com.br). Pioneiríssima na nossa literatura de design de superfície no Brasil, ela traz considerações muito boas sobre o assunto em seu livro. E quando eu achei o workshop dela, fiquei super animada!

A Renata nos passou as técnicas de desenvolvimento, nos deu dicas, nos ensinou a identificar melhorias e a realmente criar um rapport! Mas o melhor de tudo foi o que veio junto com isso! Foi uma troca de experiências incrível! Desenvolvemos exercícios muito bons de análise de trabalhos, de críticas construtivas, de feedback, de cores, e ainda pudemos dividir nossas vivências ensinando e aprendendo uns com os outros! E o fato é que esse tipo de convívio com certeza deixa a gente mais empolgada e satisfeita com a profissão!

O designer precisa ser um grande observador, ele precisa captar imagens, estuda-las, entende-las, transforma-las… desenvolve-las.. para criar uma coisa sua, nova e consistente. Ele precisa estar atento ao ambiente, às referencias que estão no cotidiano, ao novo que pode surgir de um ponto qualquer! 😉

Dia do Rock!

13 jul

Hoje é dia do Rock! (E niver da Loulou!!) E acho que é uma ótima oportunidade pra falar de um lugar que já teve seus tempos áureos, mas que continua me cativando! Rs… Bregona eu! O HardRock Cafe!

A rede começou com um restaurante em Londres, em 1971, criado por dois norte americanos (sim, aí está o motivo de toda aquela pinta americana!) e hoje tem mais ou menos umas 150 unidades pelo mundo! O nome foi tirado de um álbum do The Doors, o Morrison Hotel, e a idéia inicial era a de oferecer comida, mas também um ambiente legal, todo decorado com a temática do rock´n roll.

Hoje em dia, a coleção de objetos de rock que a rede possui é uma das maiores do mundo! E tudo começou com um “presentinho” do Eric Clapton, que freqüentava o restaurante, e vendo todas aquelas paredes decoradas, resolveu doar uma guitarra autografada. (Básico né! A guitarra da foto é do Robbie Krieger e não do Eric Clapton ok?)

A rede se expandiu, abriu muitas franquias… e nos anos oitenta passou a pertencer a um grupo empresarial. Mas foi nos anos 90, pelo menos aqui no Brasil, que pegou aquela febre de produtos HardRock Cafe. Eram moletons, camisetas, jaquetas jeans (afff… aquelas bordadas nas costas), cuecas samba-canção (siiiiim se você foi teen nos anos 90 deve se lembrar de como isso era usado como “shortinho”) e os memoráveis pins!

Agora, pra manter e aumentar a clientela, eles abriram outros empreendimentos, como cassinos e hotéis… Enfim, acho que toda aquela “aura” que o HardRock tinha se perdeu justamente por ter ficado mais comercialzão. Fato: a única vez que pisei em um de seus restaurantes, dentre os clipes todos passou um da Shakira (Oooppaaa!! Isso é pop! Certo?!?) Mas eles continuam por aí, e acho que ainda vale a pena conhecer pelo menos um! A decoração é massa, e isso é outro fato na minha opinião! =)